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Alfaepoetina Humana Recombinante 2.000UI, caixa com 1 frasco-ampola com 1mL de solução de uso intravenoso ou subcutâneo

Marca: BLAU FARMACEUTICA
Disponibilidade: Imediata

Conservação: Conservação:  De 2°C a 8°C Conservação: De 2°C a 8°C  
Princípio Ativo: Princípio ativo:   Alfaepoetina Princípio ativo: Alfaepoetina  
Laboratório: Laboratório:  Blau Laboratório: Blau  
Tipo: Tipo:  Biológico Tipo: Biológico  
 
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PRODUTO

Alfaepoetina Humana Recombinante

Alfaepoetina Humana Recombinante, para o que é indicado e para o que serve?

A Alfaepoetina Recombinante Injetável (EPO) é indicada para tratamento de anemia em pacientes com insuficiência renal e que se submetem ao regime de diálises.
Também é indicada no tratamento de anemia associado ao câncer e utilização de quimioterápicos, anemia em portador de AIDS submetido ao AZT, em procedimentos pré e perioperatórios, em doenças crônico-degenerativas (artrite-reumatóide).

Quais as contraindicações do Alfaepoetina Humana Recombinante?

Este medicamento não deve ser administrado em casos conhecidos de hipersensibilidade à alfaepoetina humana recombinante, albumina sérica humana ou produtos derivados de células de mamíferos.
Medicamento contraindicado para menores de 18 anos de idade.

Como usar o Alfaepoetina Humana Recombinante?

A dose inicial recomendada é 25-50 U.I./Kg três vezes por semana, por via intravenosa ou subcutânea, com a recomendação de se iniciar o tratamento com a dose menor desta faixa. A dose e a freqüência devem ser ajustadas de acordo com a resposta do paciente. A hemoglobina deve ser analisada, no mínimo, 1-2 vezes por semana até que se atinja um valor estável de 10-12 g/dl e se estabeleça uma dose de manutenção para "Tratamentos prolongados". Quando se usa em diálises, deve-se administrar depois de realizada a diálise.
Os níveis de ferro devem ser analisados antes e durante o tratamento. Em caso de deficiência de ferro pode-se administrar ferro por via oral ou intravenosa. As reservas de ferro podem abaixar de forma rápida ao iniciar o tratamento e normalmente, o nível de ferro-ferritina deve ser mantido por volta de 100ng/ml, antes e durante o tratamento.
Se a hemoglobina do paciente crescer muito rapidamente (por volta de 2g/dl por semana), o tratamento com alfaepoetina deve ser reduzido ou suspenso e reiniciado com doses menores, quando reestabelecidos os níveis desejados.
Antes de iniciar o tratamento, devem ser descartadas outras causas de anemia (deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, intoxicação com alumínio, deficiência de ferro, infecções, etc), caso contrário, a eficiência da alfaepoetina não pode ser garantida. Para o tratamento inicial, quando for necessário, a dose deverá ser aumentada de 15-25 U.I./kg três vezes por semana, com intervalos de 2 semanas, ou melhor, depois de duas semanas do tratamento inicial, a 40-55 U.I./Kg três vezes por semana, e se necessário aumentar, chegar a 60-75 U.I. /Kg até atingir a um nível ótimo de hemoglobina de 10-12 g/dl (hematócrito 30-35%).
O limite máximo da dose deste medicamento, de 225 U.I./Kg por semana, não deve nunca ser ultrapassada sem serem analisados previamente outros fatores que possam contribuir para a falta de resposta da eritropoiese. Os pacientes com medula óssea funcional, reservas de ferro e isenta de infecções, normalmente respondem ao tratamento com 50 U.I./Kg (ou menos) três vezes por semana e chegam aos níveis esperados em 3-6 semanas.

Tratamento prolongado:
Recomenda-se uma dose média de manutenção de 60-100 U.I./Kg por semana, dividida em 2 a 3 doses.
Uma vez que a dose para o tratamento for estabelecida, o hematócrito/hemoglobina deve ser analisado semanalmente. Se a resposta hematológica indica a necessidade de uma dose de tratamento que exceda a 100-125 U.I./Kg por semana, deve-se analisar detalhadamente o nível de ferro, perda de sangue, condições inflamatórias, infecções, excesso de alumínio e outras causas de dimunuição / destruição das células (hipoplasia) da medula óssea e então somente assim a dose de alfaepoetina poderá ser aumentada em níveis gradativos de 15-25 U.I./Kg por dose durante um período de 3-4 semanas, sob a supervisão de um médico. Não recomenda-se exceder 200 U.I./Kg três vezes por semana. Em pacientes com estoque reduzido de ferro, ou com infecções, ou com intoxicação por alumínio, o efeito da alfaepoetina pode ser retardado ou reduzido.